Nestes dias de férias lí três livros (as última férias foram em maio de 1987, quando fui para o norte da África, Espanha e Paris). Um deles ainda pela metade - Vivendo sob o fogo, textos escolhidos da poeta russa Marina Tsvetáieva. Os outros dois foram o Clube do Ócio do poeta Luiz Turiba e Junto ao Rio Tamisa, livro de memórias do principe Naruhito - herdeiro do trono japonês.
- Vivendo sob o fogo(2008) É o âmago do prazer de escrever, mesmo sendo em precárias condições de habitação, época política e grana quase que zero e um corolário de infelicidades.
"Alguns seres excepcionais - os eleitos que receberam o dom da palavra - encontraram o absoluto na criação poética”.
É uma seleção de cartas, notas de diário e escritos esparsos da grande poeta russa Marina Tsvetáieva (1892-1941) organizada por Tzvetan Todorov traduzidos por Aurora Bernardini.
Clube do Ócio, 1980. O pernambucano Luiz Turiba faz uma ode à preguiça. O mais estranho é que anos depois, quando foi assessor do ministro Gilberto Gil, teve de fazer uma ponte de safena por excesso de trabalho.
Declaração do Clube do Ócio
Nhô no to saben donde cô to
Grito de Guerra do Clube
Sete e sete são catorze
Três vez sete, vinte e um
Tive sete sonhos eróticos
Mas não gozei em nenhum
Zum zum zum
Parara tim pum
Ócio
Ócio
Ócio
Junto ao Rio Tamisa – 2008, Príncipe Naruhito do Japão.
Ali o príncipe relata seus dois anos em Oxford estudando o comércio fluvial do Rio Tamisa. Diametralmente oposto ao Vivendo sob o Fogo, o príncipe não tem problema nenhum. Zero. É convidado por príncipes e reis para chás, jogos, jantares e relata com simplicidade seus dois anos na famosa universidade. Um único dissabor foi quando quis entrar em uma discoteca e foi barrado por estar usando jeans e tênis. Não tem a beleza literária dos dois livros mas como gosto de biografias foi bom ter lido.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Sinais do Zen
Monge Kogen na Casa do Índio - CamburiNeste final de semana fui com o meu filho Manuel (14 anos) e o monge (Zen) Kogen Gouvêia para minha casa no Sertão de Camburi. Conversamos e muitas reflexões sobre o Zen aplicáveis na vida prática. Passeamos, atravessamos o rio a pé,fomos para a praia, fizemos comidas e o título do livro que Kogen está escrevendo e vai publicar em breve -Sinais do Zen.
(trecho do livro)
" É claro que seria muito fácil despertar o iluminamento através do simples acúmulo de ‘informações’, mas, pelo contrário, a fonte do ‘Vazio’ é atingida através do esforço e do esvaziamento. Uma das características para o encontro da mente búdica é que ela não é obtida com pouco esforço ou leviandade. Até mesmo o ‘aqui e agora’ de que tanto falam é decorrente de muita atenção no Caminho. É um sub produto de práticas perfeitas; de absoluto controle da mente. A grande verdade é que a Iluminação fica situada em um território minado, e quem quiser chegar até ela, deve inspirar muita coragem de atravessá-lo. Com tantas ameaças nebulosas, muitos acabam fugindo, desanimando ou negligenciando a perseverança, mas não devemos temer a insubstancialidade.
O ‘Vazio’ transcende qualquer definição. Certa vez, o oitavo patriarca da China Sekito Kisen, que transmitiria a grandiosa linhagem direta do Tathagata para Yakusan Iguen, perguntou a seu discípulo:
“O que está fazendo aqui?”
“Não estou fazendo nada”, respondeu este.
“Se é assim, você está desperdiçando seu tempo.”
“E desperdiçar o tempo já não é fazer alguma coisa?” foi a resposta de Yakusan.
Sekito ainda o aguilhoou. “Você diz que não está fazendo nada; então, quem é esse que não está fazendo nada?”
Ao que Yakusan respondeu, “Nem o mais sábio pode responder”.
(Suzuki)
O ‘Vazio’ transcende qualquer definição. Certa vez, o oitavo patriarca da China Sekito Kisen, que transmitiria a grandiosa linhagem direta do Tathagata para Yakusan Iguen, perguntou a seu discípulo:
“O que está fazendo aqui?”
“Não estou fazendo nada”, respondeu este.
“Se é assim, você está desperdiçando seu tempo.”
“E desperdiçar o tempo já não é fazer alguma coisa?” foi a resposta de Yakusan.
Sekito ainda o aguilhoou. “Você diz que não está fazendo nada; então, quem é esse que não está fazendo nada?”
Ao que Yakusan respondeu, “Nem o mais sábio pode responder”.
(Suzuki)
Enquanto Manuel pegava ondas em boa parte das tardes (ele foi batizado no mosteiro Zen Morro da Vargem), nós dois andávamos pela praia, ocupados neste maravilhoso exercício humano que é conversar.
Manuel na praia da Baleia
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Patauá - O fruto que dá vinho e óleo





Óleo de patauá e jacaré no moquém - Rio Marituba, Arquipélago do MarajóO patauá é uma palmeira conhecida em toda a Amazônia e abundante na Ilha do Marajó. De suas amêndoas se extrai óleo e vinho. Já foi muito consumido mas a sua exploração não foi feita de maneira sustentável o que o levou ao quase extermínio. O óleo teve sua melhor visibilidade durante a Segunda Guerra Mundial, nos anos 40 do século passado, quando foi exportado para a Espanha que estava sufocada pelas conseqüências da guerra e teve de reduzir a produção de azeite de oliva. Em um breve e importante período o óleo de patauá ajudou na culinária espanhola. Os colonizadores portugueses utilizaram como substituto do azeite trazido de Portugal que acabava logo.
No Peru e também em algumas comunidades indígenas no norte do Brasil, além da cozinha, o óleo de patauá tem sido usado como tônico capilar. Na medicina popular combate a asma, doenças respiratórias e é eficaz para cicatrizar pequenos ferimentos. É também extraído no Acre e em outras partes da Amazônia com baixos custos de produção.
Os caboclos da floresta também usam para lubrificar suas espingardas. Em alguns meses do ano, janeiro a março, o “vinho do patauá” é vendido no comércio informal de sucos na cidade de Rio Branco-AC.
No Peru e também em algumas comunidades indígenas no norte do Brasil, além da cozinha, o óleo de patauá tem sido usado como tônico capilar. Na medicina popular combate a asma, doenças respiratórias e é eficaz para cicatrizar pequenos ferimentos. É também extraído no Acre e em outras partes da Amazônia com baixos custos de produção.
Os caboclos da floresta também usam para lubrificar suas espingardas. Em alguns meses do ano, janeiro a março, o “vinho do patauá” é vendido no comércio informal de sucos na cidade de Rio Branco-AC.
O engenheiro químico Luis Morais proprietário da fábrica de cosméticos Curupira, em Belém, dá oficinas, principalmente métodos higiênicos de extração do óleos, para os índios Uai-Uai no Alto Mapuera e adquire estes produtos para usar em sabonetes e óleos. A fábrica de cosméticos Natura lançou durante a 23ª Fashion Week em 2007 uma linha de sabonetes usando óleo de patauá.
Os caboclos da Fazenda Araraquara do empresário João Salim localizada nos Rio Cururu e Rio Marituba, no município de Chaves, no Arquipelago do Marajó , vão ser capacitados para extrairem o óleo em uma nova demanda. As palmeiras (oneocarpus batava) estão em plena safra.
Os caboclos da Fazenda Araraquara do empresário João Salim localizada nos Rio Cururu e Rio Marituba, no município de Chaves, no Arquipelago do Marajó , vão ser capacitados para extrairem o óleo em uma nova demanda. As palmeiras (oneocarpus batava) estão em plena safra.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
2009 um ano ímpar - verdadeiras histórias

Logo depois do natal familiar, em Belo Horizonte, fui com minha irmã Júnia e meu irmão Vitalino para o Sitio Sonho Meu em São Gonçalo do Rio Abaixo, perto de Itabira, terra de Carlos Drumond de Andrade. O nome do sítio justifica o trabalho da Júnia por 30 anos de carteira assinada como funcionária de uma companhia telefônica.
Recebeu uma indenização e com a grana comprou um pequeno sítio com uma casa de adobe. Deu uma tapa na casa, no jardim e horta. Ficou lindo.
Recebeu uma indenização e com a grana comprou um pequeno sítio com uma casa de adobe. Deu uma tapa na casa, no jardim e horta. Ficou lindo.
Me lembrava aquela música do Milton Nascimento
Água de beber
Bica no quintal
Sede de viver tudo
E o esquecer
Era tão normal
Que o tempo parava
Tinha sabiá
Tinha Laranjeira...
Conversas. Muita chuva. Para passar o tempo dentro de casa fomos buscar
(eu e o Vitalino) um tronco de bambu na beira da estrada. Vinha pensando, desde São Paulo, em fazer novas luminárias de bambu com papel crepom. Depois de olhar e medir o bambu adequado, achamos um tronco no jeito e levamos para o sítio. Lavei com escova para tirar o limo e apareceu a cor. Um creme claro, tom pastel..
Cortamos alguns gomos com o serrote...
Estou escrevendo esta postagem a bordo da Lancha motor Araraquara, voltando do rio Murucutu, na Ilha do Marajó

...e fui tiranto tiras de bambu com um canivete bem afiado. Depois fizemos um gabarito, marcamos as medidas. Com uma serra fina cortamos os encaixes. Limpamos. Fizemos o acabamento com linha 10. Colamos as junções e deixamos secar.
Neste finalzinho do processo o João Simão me liga convidando para ir para a Ilha do Marajó que fica a 3 mil quilômetros de distancia de onde estava.
Tinha feito vários planos para o final de ano. A principio iria para Cuba com a Rebeca Kristch Mas o consulado cubano não forneceu o visto e adiei a data da viagem, A Rebeca foi como turista. Mandou um e-mail quando estava embarcando no aeroporto de Caracas para Havana. O plano B era passar o natal em Belo Horizonte e o reveillon em Diamantina. Convidei meu irmão Flávio até fiz uma reserva mas acabou não dando certo. A Júnia ia com a Edna e a Magda para Goiás e sobrava uma vaga no carro. Já estava fazendo planos da viagem quando a Junia me diz que recebeu um telefonema dizendo que a Cleuza tinha confirmado que iria também para Goiás. O plano C furou.
Vai daí que o Simão me liga fazendo o convite para ir para a Ilha do Marajó. Claro que topo respondi.
Voltamos para Belo Horizonte e no dia seguinte estava na Rodovia Fernão Dias a caminho de São Paulo e do aeroporto de Guarulhos com destino Belém do Pará. Teve um pit stop em São Paulo para a festa de final de ano na casa da Luludi.
Fogos de fim de ano na Av PaulistaJá em Belém o Simão me levou até o escritório do João Salim, empresário do ramo de navegação e fazendas que patrocinou minha viagem e a Expedição Patauá. À noite embarcamos no Navio Bom Jesus para o Estreito de Breves (continua...)
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
3 garotas do Depósito Nakama

Há muitos anos freqüento a Praia de Cambury no litoral norte de São Paulo. Durante estes anos todos que vou lá sempre fiz compras de material de construção no depósito Nakama e, quando o que procurava não era encontrado lá visitava outras lojas. Agora uso menos aquela loja porque as casas já estão construidas e procuro apenas algumas coisas para manutenção. Desta última vez encontrei três moças que me atenderam muito bem e pediram para publicar a foto delas no blog. Aí está.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Verdadeiras histórias 2
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Verdadeiras histórias 1
Construção da nova igreja e a antiga (dir.)Ypuchi (Y: água, puchi: má, suja)
Sebastião Silva refugiado da Guerra do Paraguay era garimpeiro e descobriu nas suas andanças pelo Triangulo Mineiro, nas margens do rio Bagagem, muitos diamantes só igualados aos produzidos na Índia.
Três anos depois 5 mil pessoas trabalhavam na mineração e quase todos os primeiros habitantes de Água Suja eram de origem portuguesa que se habituaram a fazer romarias até Muquém de Goiás louvando a imagem de Nossa Senhora da Abadia.
Pela distância e dificuldades das estradas estas viagens/romarias foram ficando trabalhosas e decidiram construir uma capela no povoado. Os cronistas dizem que 1870 caiu uma geada daquelas. Três dias e três noites. Também neste ano começou a construção da capela em Água Suja.
Uma imagem esculpida em madeira
Custódio da Costa foi até a capital do Império e na Rua da Quitanda adquiriu, na casa comercial Franco & Carvalho, a imagem de Nossa Senhora da Abadia. Esculpida em madeira: castanheira. Voltou do Rio de Janeiro em um Cargueiro até a Barra do Piraí e, de lá, em carro de boi chegaram até Água Suja. Foram recebidos com banda de música, fogos e missa campal, perto de onde é hoje o santuário.
“Na verdade, a Virgem Imaculada, parece ter escolhido com particularidade este templo, para nele exercer com especial desvelo e carinho, sua proteção Maternal” - Maria Damasceno no livro Do diamante ao Milagre da fé.
A primeira igreja, toda feita em madeira de lei, media 32 metros de comprimento, 15 metros de largura e 12 metros de altura com a iluminação interna feita pelos famosos lampiões do sistema Boulevar e Aladim com 2.400 velas de potência.
Sebastião Silva refugiado da Guerra do Paraguay era garimpeiro e descobriu nas suas andanças pelo Triangulo Mineiro, nas margens do rio Bagagem, muitos diamantes só igualados aos produzidos na Índia.
Três anos depois 5 mil pessoas trabalhavam na mineração e quase todos os primeiros habitantes de Água Suja eram de origem portuguesa que se habituaram a fazer romarias até Muquém de Goiás louvando a imagem de Nossa Senhora da Abadia.
Pela distância e dificuldades das estradas estas viagens/romarias foram ficando trabalhosas e decidiram construir uma capela no povoado. Os cronistas dizem que 1870 caiu uma geada daquelas. Três dias e três noites. Também neste ano começou a construção da capela em Água Suja.
Uma imagem esculpida em madeira
Custódio da Costa foi até a capital do Império e na Rua da Quitanda adquiriu, na casa comercial Franco & Carvalho, a imagem de Nossa Senhora da Abadia. Esculpida em madeira: castanheira. Voltou do Rio de Janeiro em um Cargueiro até a Barra do Piraí e, de lá, em carro de boi chegaram até Água Suja. Foram recebidos com banda de música, fogos e missa campal, perto de onde é hoje o santuário.
“Na verdade, a Virgem Imaculada, parece ter escolhido com particularidade este templo, para nele exercer com especial desvelo e carinho, sua proteção Maternal” - Maria Damasceno no livro Do diamante ao Milagre da fé.
A primeira igreja, toda feita em madeira de lei, media 32 metros de comprimento, 15 metros de largura e 12 metros de altura com a iluminação interna feita pelos famosos lampiões do sistema Boulevar e Aladim com 2.400 velas de potência.
Santuário de Água SujaPaio Amado, um fidalgo da corte do Conde D. Henrique tornou-se monge chegando a ser o frei responsável pelo mosteiro do Monte São Miguel em Portugal.
No vale próximo da ermida ele e outro noviço viram uma grande claridade e foram atrás. Depois de andar duas noites encontraram a imagem de Nossa Senhora em uma pedra que brilhava. Geólogos disseram depois que era de calcário poliemorado do século IV. Amado e o noviço levaram a imagem para o mosteiro e logo apareceram devotos.
Ficou conhecida pelas graças alcançadas dos que invocavam seu nome e porque muitos devotos de sua santidade faziam seu culto numa abadia. Comemorando no dia 15 de agosto, sua assunção ao céu. Gente de todas as classes sociais, invocam sua proteção em momentos de agonia e aflição sempre recebendo em troca sua ajuda e consolo. Esta fama atravessou o Atlântico e chegou até Água Suja onde uma quantidade grande de garimpeiros que ao lavarem o cascalho para acharem os diamantes sujavam a água do Rio Bagagem.
Mais tarde mudou de nome (Com certeza não foi um poeta que a batizou e é pena que poeta não se encontre para crismá-la dando outro nome - Maria Damasceno). Em 1938 passou a ser chamada de Romaria em função das inúmeras romarias de todos os quadrantes do estado e até de fora dele que visitam o santuário para as orações e promessas.
Nossa Senhora d’Abadia no Memorial da América Latina
Uma pequena imagem de Nossa Senhora da Abadia, doada por Carmelina Freitas (nascida em Água Suja) fará parte da exposição de imagens de santos, santas e padroeiras de várias partes do Brasil que será montada no Memorial da América Latina, em São Paulo. Isto, por si, é uma boa história e o que vem a seguir é um verdadeiro milagre: Em que circunstâncias a imagem de Nossa Senhora da Abadia chegou até o Memorial.



Maureen Bisilliat e a imagen doada pela Carmelina
Estou desenvolvendo o projeto em que uma equipe de cinco duplas de repórter/fotógrafo fará reportagens em Cuba, no início de 2009, nos 50 anos da revolução cubana.
Nos encontros e agendamentos para obter apoios ao projeto fui até o Memorial da América Latina para uma primeira reunião com a Maureen Bisilliat - curadora do Pavilhão da Criatividade. Fiz uma rápida apresentação e ela adotou o projeto agendando naquele mesmo instante uma reunião com a Leonor Amarante editora da Revista Nossa América que também abraçou a idéia sugerindo a publicação de uma edição especial.
Nas conversas finais Maureen comentou, mostrando algumas imagens de santos e santas, que está em andamento uma exposição com o eixo temático dedicado aos santos e padroeiras do Brasil. Contei rapidamente a história de Nossa Senhora da Abadia de Água Suja. Ela ficou encantada e prometi uma imagem da santa para fazer parte da exposição.
Falei com meus irmãos de Belo Horizonte que, como eu, nasceram em Água Suja, procurando saber como conseguir uma imagem. Primeiro falei com o Renato e depois com a Carmelina que disse ter uma imagem já benta e faria a doação enviando-a pelo correio ao Memorial.
Depois de várias reuniões, pesquisas, orçamentos e o design para finalizar o conteúdo do projeto, voltei ao Memorial para um encontro com Fernando Leça que é o presidente. Quando eu e Rebeca entramos na sala da Maureen acabava de chegar uma embalagem enviada pelo Sedex com a imagem que a Carmelina tinha doado. Junto de um carinhoso bilhete e a oração da Nossa Senhora da Abadia. Maurren abriu a caixa admirando a beleza das cores do manto e da imagem. Disse pra Maurren: Olha como ela é milagrosa! Chegar exatamente no mesmo momento em que cheguei. Falamos de sincronicidade.
Em um pequeno altar, junto com vários outros santos (quem sabe um concílio inesperado) Nossa Senhora da Abadia aguarda, na sala do pavilhão, pelo momento de ser vista por muita gente na exposição dedicada aos santos.
Uma ótima notícia. Nosso projeto Cuba: ayer, hoy e syempre foi aprovado pelo presidente do Memorial. Milagre?
Assinar:
Postagens (Atom)


